6 de junho de 2017

Governo recebe primeiro carro elétrico para uso como veículo oficial

O ministério de Minas e Energia (MME) recebeu da empresa Itaipu Binacional, na manhã de hoje (5), um veículo elétrico para uso do Poder Executivo em regime de comodato. Na solenidade de entrega do carro modelo Renault-Fluence e de eletropostos, para uso de transporte oficial no ministério, o ministro Fernando Coelho incentivou iniciativas de uso de energias alternativas aos combustíveis fósseis, como o petróleo.

"No dia do meio ambiente, nos sentimos muito felizes com a entrega desse carro. Queremos incentivar sim o uso não só dos veículos elétricos, mas também das baterias. Sem nos esquecermos também das responsabilidades que nosso país assumiu com tratados internacionais no que diz respeito à preservação do meio ambiente", disse o ministro.

O principal tratado sobre o tema é o Acordo de Paris para redução das emissões de gases causadores do efeito estufa, como o gás carbônico, produzido por combustíveis fósseis. O tratado voltou à tona na semana passada, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu deixar o acordo.

Na cerimônia, o ministro Fernando Coelho assinou, com o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior e o diretor-geral da Itaipu Binacional, Fernando Leone Viana, um contrato que regulamenta o uso de veículos elétricos e eletropostos em regime de comodato pelo poder executivo do Brasil.

A fabricação do carro é parte de um estudo para a comercialização de carros elétricos no Brasil, que poderiam ser substitutos dos veículos movidos a etanol. O diretor-geral da Itaipu apelou às instituições parceiras para investirem nas pesquisas. “O projeto do carro elétrico é desenvolvido com parceiras que somem forças para a preservação das questões ambientais. Essa cerimônia hoje também tem o apelo do fomento. Pretendemos continuar com a difusão da ideia da comercialização do carro elétrico”, afirmou.

Atualmente, os veículos que utilizam combustíveis fósseis são responsáveis por 23% da emissão dos gases tóxicos em todo o planeta. Até 2050, a previsão é que esse número chegue a 50%.

Com informações da Agência Brasil

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